quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Impressões da Nova Itapevi


Com certo atraso, venho postar minha ida na nova estação de Itapevi. Já fazia algum tempo que não ia até lá, mais necessariamente desde a despedida do Toshiba. Então, após ser dispensado da faculdade muito antes do horário, aproveitei e fui conferir como havia ficado a estação Itapevi. Durante a sonolenta viagem, de uma hora completa, avistamos muitas obras pela via, além das obras de modernização de algumas estações, tais como Barueri, Carapicuíba, Jandira e Engenheiro Cardoso. As intervenções estão a todo vapor nessas paradas, e em breve, teremos muitas novidades na linha 8, além de 36 novos trens. Pois bem, depois de uma vida, chegamos na nova Itapevi. Ao desembarcar do trem, visualizamos uma outra situação, muito diferente da Itapevi que havíamos deixado meses atrás na despedida do trem série 4800. Novo piso, com piso tátil, escadas rolantes, cobertura total da plataforma, novas placas, novo sistema de som... Essa é a nova Itapevi.
O vão entre o trem e a plataforma foi consideravelmente reduzido, trazendo mais conforto aos usuários. Além disso, muitas barreiras que haviam na estação foram retiradas, tornando as plataformas quase que contínuas em largura. Salvo as escadas rolantes e os pilares, o acesso é livre. A estação está bastante confortável, com um clima bastante agradável e moderno, padrão esse que a CPTM vem adotando em todas as suas reformas de estações. Calmon Viana, entregue recentemente, também está nesse padrão.
A plataforma, ao fundo sentido Amador Bueno, ainda conta com estruturas da antiga, do padrão Fepasa. Mas recebeu novas lâmpadas, para reforçar a iluminação, além das novas placas. Falando em Amador Bueno, as obras na extensão continuam. No momento, apenas uma via está sendo utilizada, por trens cargueiros da ALL (América Latina Logística). As paradas da extensão foram demolidas, mas algumas ainda estão com as estruturas de pé. Ambuitá por exemplo, foi totalmente derrubada. Em breve, deveremos ir até lá para fotografar as obras.
Bom, podemos concluir que a obra de Itapevi foi excelente. A estação de outrora, sem vida e ainda nos padrões Fepasa, deu lugar a modernidade e praticidade da CPTM, que reformou a mesma inteira. Destaques para a acessibilidade, com vários recursos, e pelas escadas rolantes, que jamais apareceram pela linha (a não ser em Palmeiras - Barra Funda, que é um terminal multi-modal). Mas a estação de Itapevi recebeu essas melhorias em otima hora, já que estava parada no tempo. Com as obras de acessibilidade e modernização, a parada entra definitivamente no caminho que a CPTM quer alcançar: renovação, acessibilidade e praticidade ao embarcar em trens. Mais uma vez, sejam bem-vindos a nova CPTM!
Vale destacar também que consegui realizar a viagem de volta no Eletrocarro, que por ventura estava rodando nesse dia, num horário bastante propício. Aguardei cinco viagens para poder embarcar nessa unidade, e foi bastante diferente viajar pela linha 8 sem ser em um trem série 5000. Ainda dando alguns trancos fortes em alguns momentos, pude notar que alguns detalhes foram modificados, tais como freios e descargas de motor. Na última viagem realizada em um eletro, na linha 12, muitos detalhes eram completamente diferentes. Foi estranho, porque, mesmo a bordo de um eletro, parecia estar dentro de um Francorail. Mas os compressores de ar e os motores quebravam a escrita, e pudemos desfrutar de uma boa viagem, entre Itapevi e Júlio Prestes.

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