quarta-feira, 4 de maio de 2011

Extensão da Linha 11-Coral até Cézar de Souza custa R$ 37,5 milhões

Fonte: Diário da CPTM / Mogi News

O relatório técnico elaborado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e entregue na última semana ao prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (DEM), indica que a ampliação do transporte ferroviário em mais cinco quilômetros e o acréscimo de uma nova estação contribuirá com um aumento de pelo menos 9% na demanda de passageiros na linha 11 – Coral, que hoje termina na Estação Estudantes.

O levantamento aponta não só a viabilidade na expansão do trem até César de Souza, com reflexos positivos para o Distrito e todo o Município como, pela primeira vez, traz uma estimativa de custo, o que é uma conquista para a Cidade e para os representantes do movimento Trem até César Já!, ainda que a CPTM pondere a necessidade prévia de modernização do sistema em funcionamento, que consiste na reforma das estações já existentes e em intervenções nas vias aérea e permanente para a circulação do Expresso Leste em todos os horários.

Tratativas entre equipes técnicas da Prefeitura e da Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos para isso deverão ser realizadas a partir de maio e graças ao estudo preliminar apresentado já poderão incluir, também, as discussões sobre o projeto de expansão do modal até o Distrito mogiano.Dos R$ 37,5 milhões orçados pela CPTM para levar o trem de passageiros até César de Souza, a maior parte dos recursos está prevista para a adaptação da via permanente – o que demandará investimento de R$ 26,9 milhões. 

Desse montante, R$ 13,6 milhões são necessários para implantação da sinalização. Outros R$ 6,5 milhões para a rede aérea e R$ 5,8 milhões nos trilhos propriamente ditos. Mais R$ 953,5 mil são exigidos para as obras de arte, já que o percurso entre as estações Estudantes e César de Souza conta com duas pontes – uma sobre o Córrego dos Corvos e outra sobre o Rio Tietê.

De acordo com o orçamento estimado pela CPTM, R$ 7,3 milhões serão empregados na estação de César de Souza, já que o prédio inaugurado em 1921 precisará passar por reformas e contar com equipamentos e funcionários para o seu funcionamento. 

Mais R$ 3,2 milhões são previstos pelo Estado para o projeto executivo e gerenciamento da extensão do trem até o Distrito (veja quadro com os números).Ao todo, o orçamento contempla a implantação de quatro quilômetros de vias duplas, sinalização e eletrificação, vedação da faixa, obras e arte e uma estação. 

O material rodante – no caso, os trens – está fora das estimativas.Na análise dos custos, a equipe técnica da CPTM pondera que o orçamento preliminar leva em consideração a implantação de vias e facilidades para o completo funcionamento da extensão, assim como para dar amplas condições de acesso, mobilidade e circulação de pedestres e de veículos, adequando a estação ao seu entorno.

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