sexta-feira, 22 de junho de 2012

Reforma das estações Mogi das Cruzes e Estudantes irá atrasar

CAF 2000 na estação Mogi das Cruzes
Fonte: DAT

As obras de reforma e ampliação das Estações Estudantes e Mogi das Cruzes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), previstas para ocorrer em setembro deste ano, poderão sofrer atraso. O motivo é a paralisação do processo licitatório realizado pelo governo do Estado para a contratação da empresa que ficará responsável pela elaboração do projeto executivo das melhorias.

De acordo com Assessoria de Imprensa da CPTM, uma das empresas concorrentes do certame apresentou recurso contra a Vetec Engenharia, empresa com sede na Vila Olímpia, na capital, e que havia sido declarada com vencedora da concorrência. O nome da empresa que questiona a licitação e o prazo para julgamento do recurso jurídico, não foram divulgados.

Segundo informações divulgadas anteriormente pela própria CPTM, devem ser investidos R$ 140 milhões na reforma das quatro estações ferroviárias de Mogi. Metade dos recursos, R$ 70 milhões, será utilizada, ainda neste ano, nas obras de ampliação da Estação Estudantes e a reformulação total da Estação Central, com a demolição da atual e a construção de uma nova numa distância de 150 metros para que fique mais próxima do Terminal Central. A licitação para os projetos das Estações de Brás Cubas e de Jundiapeba, entretanto, ainda será aberta pela CPTM.


CAF 7000 na estação Estudantes
Como cada obra leva em torno de 13 a 24 meses para conclusão e Mogi já se antecipou apresentando um projeto básico, o prazo estabelecido pelo presidente da CPTM, Mário Bandeira, em visita à cidade era de começar as obras em setembro e entrega das quatro estações até meados de 2015.

No projeto básico elaborado pela Prefeitura de Mogi - e que foi aceito pela estatal - consta a implantação de passagens subterrâneas para pedestres, escadas rolantes, elevadores, galerias e melhor acessibilidade para cadeirantes e deficientes visuais, com piso podotátil da entrada à saída das estações.

A previsão é de que na área central sejam construídas duas passagens subterrâneas ligando o Mogilar ao centro da cidade: uma na Dr. Deodato Wertheimer com saída da Ricardo Vilela até a rua Hamilton da Silva Costa (sentido centro-bairro) e outra na Cabo Diogo até a avenida Adhemar de Barros (sentido-bairro centro).

Na área entre as passagens subterrâneas e do terreno de 2 mil metros quadrados ocupado atualmente pela estação Mogi (ou Central) deverá ser construído um espaço comercial, uma espécie de shopping e praça, obra que poderá ser feita por meio de uma PPP (parceria público-privada), sob responsabilidade da Prefeitura.

Um comentário:

  1. Normal,pois é a CPTM!Espero que depois da dita reforma das estações mogianas,estas não fiquem parecidas com a de Calmom Viana,que é um verdadeiro puxadinho,o dito "jogar a poeira para debaixo do tapete".As "reformas" e "reconstruções" feitas pela CPTM nos últimos anos foram uma vergonha.Fizeram verdadeiros "caixotes".Como se localizam no subúrbio,essas estações não precisam de escadas rolantes,cobertura que protejam eficientemente da chuva e do sol,paisagismo,arquitetura atraente,enfim, de qualidade.Queria ver se eles construiriam estações como a de Calmom no Morumbi ou no Jardim Europa.

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