sábado, 31 de março de 2012

CPTM altera circulação de trens, para realizar obras de modernização e manutenção

Mais um fim de semana de obras na CPTM. Programe sua viagem!
Fonte: CPTM

Neste fim de semana [31/03 e 01/04], obras de modernização e manutenção da CPTM vão alterar os horários e trechos específicos da operação. Os trabalhos serão realizados em períodos de menor movimentação, com o objetivo de gerar menor impacto aos usuários.

A Linha 9-Esmeralda [Osasco-Grajaú] será fechada neste domingo [1] para obras de modernização. Esse será o segundo domingo em que a linha ficará inoperante, visando acelerar as intervenções necessárias para a melhoria de sua infraestrutura [sinalização, energia, rede aérea e vias]. Na segunda-feira [2], a linha voltará a funcionar normalmente, das 4h à meia-noite.

Programe sua viagem seguindo o horário de operação previsto para o fim de semana:

Linha 7-Rubi [Luz - Jundiaí]. Após as 15h de sábado [31], até o fim da operação comercial de domingo [01], serão realizadas obras de implantação de equipamentos de via entre as estações Caieiras e Perus, o que provocará maior intervalo entre as composições.

Linha 10-Turquesa [Brás - Rio Grande da Serra]. Devido à substituição de equipamentos de um aparelho de mudança de via na região da Mooca, os trens vão circular com maior intervalo das 8 às 22h no domingo [1].

Linha 12-Safira [Brás - Calmon Viana]. A partir das 18h de sábado [31] até o fim da operação comercial de domingo [1], os trens circularão com maior intervalo em razão de obras de instalação de equipamentos de via e implantação de infraestrutura e manutenção da rede aérea de alimentação elétrica entre as estações Jardim Romano e Engenheiro Manoel Feio.

Linha 9-Esmeralda terá segundo domingo de interdição para obras de modernização

Trem série 7500 - Pátio de Presidente Altino
Fonte: CPTM

A Linha 9-Esmeralda [Osasco-Grajaú] será fechada neste domingo [1] para obras de modernização. Esse será o segundo domingo em que a linha ficará inoperante, visando acelerar as intervenções necessárias para a melhoria de sua infraestrutura [sinalização, energia, rede aérea e vias]. Na segunda-feira [2], a linha voltará a funcionar normalmente, das 4h à meia-noite.

A programação para o deslocamento dos passageiros, feito pelo sistema PAESE [ônibus], será a mesma do último domingo 25. As senhas para utilizar os ônibus devem ser retiradas nas quatro estações que possibilitam conexões: Imperatriz Leopoldina [L8], Pinheiros, Santo Amaro e Grajaú. A escolha dessas estações se deve às integrações com as demais linhas da CPTM e do Metrô [Linha 4-Amarela], bem como aos terminais de ônibus e o corredor ABD.

O ônibus com saída da estação Imperatriz Leopoldina atende as pessoas que vêm de Osasco pela Linha 8-Diamante [Júlio Prestes-Itapevi] até a estação Pinheiros. Ali, haverá outro ônibus que seguirá pelo trecho até a estação Santo Amaro, contando com uma parada na estação Berrini, que integra os serviços da EMTU/SP. Da estação Santo Amaro o ônibus segue até a estação Grajaú.

Ciclovia Rio Pinheiros: visando a segurança dos ciclistas, a ciclovia Rio Pinheiros também ficará fechada neste domingo, devido à movimentação de carros, caminhões e equipamentos que trafegarão pela via. Na segunda-feira, a ciclovia voltará a ser aberta, no horário normal, das 6h às 18h15.

Serviços de 60 dias em apenas 1

Os resultados das obras na Linha 9-Esmeralda efetuadas no último domingo [25] foram significativos: se obras se fossem efetuadas durante a semana, no sistema convencional durantes as madrugadas, levariam 60 dias para serem realizadas.

Ao todo, cerca de 240 operários trabalharam nessas obras em 17 frentes de trabalho. Os serviços abrangeram a modernização de sinalização, medição de desgaste de 4 km de cabos da rede aérea de alimentação elétrica e troca de outros 600 metros, 400 m de reversão de trilhos, implantação de 500 m de cabos de sinalização, 780 m de correção geométrica das vias, e obras nas estruturas de via. Todas as estações contaram com reparos e instalações.

Na estação Santo Amaro, o trabalho foi para a reversão de trilhos. Na região da Estação Morumbi houve implantação de estruturas como postes e perfis metálicos, além da substituição de cabos aéreos. Em Jurubatuba, também foram feitas instalações de estruturas da rede aérea de alimentação elétrica, ferragens e isoladores. Já na estação Pinheiros, houve a implantação de chaves elétricas, fixação da via permanente e solda dos trilhos nos bondes de impedância dos aparelhos de mudança de via [circuitos elétricos do sistema de sinalização].

A CPTM disponibiliza a Central de Atendimento ao Usuário através do telefone 0800 0550121, assim como mantém aberto os canais de relacionamento através das Redes Sociais [Facebook e Twitter] para prestação de informações e esclarecimentos.

Concurso para maquinista é amanhã. Programe sua viagem!

Diego Silva e o trem CAF 2105 da CPTM
Por Diego Silva

Caros leitores e amigos, amanhã é dia de concurso público na CPTM. Mais de seis mil pessoas vão lançar sua sorte em busca da vaga de maquinista. Como todos vocês sabem, nos finais de semana, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos realiza manutenção em suas linhas, aumentando consideravelmente o intervalo dos trens.

A prova teórica para maquinista da CPTM acontecerá às 08h desse domingo. Portanto, leitores e amigos, programem-se para sair cedo de casa, principalmente quem mora longe (como eu). Procurem chegar no local da prova com pelo menos 45 minutos de antecedência, para evitar possíveis problemas para entrar. Observem também as manutenções nas linhas que vocês irão utilizar para chegar até seu local de prova. Tenham todos uma boa sorte e uma boa prova!

Boa sorte para todos os futuros maquinistas da CPTM!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Expresso Leste é a linha mais carregada da CPTM. Linhas 8 e 9 aparecem em segundo lugar

Trens do Expresso Leste são os que mais carregam em SP
Fonte: Viatrólebus

A companhia divulgou dados coletados nos dois primeiros meses de 2012. A Linha 11 – Coral, que corresponde ao Expresso Leste que liga a estação da Luz até Guaianazes e a chamada “Banda B” que liga Guaianazes até a estação Estudantes em Mogi das Cruzes, carregou cerca de 27,8 milhões só entre janeiro e fevereiro, sendo assim a linha com maior lotação da CPTM. Até ai nenhuma novidade.

A Grande surpresa é que 2 ramais estão praticamente empatados em segundo lugar. A Linha 8 – Diamante, antiga ramal da Fepasa que liga a estação Julio Prestes no centro de São Paulo, até o município de Itapevi e a Linha 9 – Esmeralda, o trem da marginal que liga Osasco até o bairro do Grajaú em São Paulo, aparecem praticamente empatada, sendo que ambas carregaram nos dois primeiros meses do ano cerca de 20,8 milhões. No entanto, em 2007 a linha 9 constava na quarta posição, atras da Linha 7 – Rubi, este que no começo do ano carregou cerca de 19,1 milhões.

A CPTM em 2006 registrara 430 milhões de passageiros transportados. Já no ano passado a companhia contabilizou 700 milhões.

Número de passageiros nos trens da CPTM cresceu 73% em cinco anos

Fluxo de usuários na estação Luz: lotação extrema
Fonte: G1


O total de passageiros nas estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) cresceu 73% em cinco anos, segundo dados da empresa. Foram 117,1 milhões de passageiros nos dois primeiros meses de 2012, contra 67,8 milhões transportados no mesmo período de 2007. O número de usuários neste ano equivale a cerca de 3 mil vezes a capacidade do Estádio do Pacaembu - cerca de 40 mil, na Zona Oeste de São Paulo.

Na quinta-feira (29), uma falha no sistema elétrico da Linha 7-Rubi paralisou trens e terminou com a depredação da estação Francisco Morato. A Polícia Militar chegou a usar bombas e manifestantes foram detidos. Passageiros relataram que chegaram a demorar até 4 horas no percurso e flagraram cenas de vandalismo.

O Ministério Público informou que investiga falhas no serviço e especialistas apontam que há superlotação e necessidade de mais investimento. O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, anunciou obras de modernização no trecho afetado e afirmou que a inauguração da Linha 4 do Metrô e a consequente integração com os trens trouxe um "tsunami" de passageiros ao sistema.

Evolução da demanda
O número de 117,1 milhões considera a somatória de todos os passageiros transportados ao longo de janeiro e fevereiro deste ano.
Dados da CPTM relativos ao período entre 2006 e 2011 refletem também aumento se forem consideradas apenas o total de viagens em dias úteis. O total de usuários cresceu quase um milhão: passou de 1,4 milhão de pessoas em 2006 para 2,3 milhões em 2011.

Para o engenheiro Sérgio Ejzenberg, especialista em transportes, os dados refletem a superlotação das linhas.  "Há sobrecarga de usuários, uma demanda enorme. O sistema [de trens] não está dando conta", diz.
Para Ejzenberg, as falhas ocorridas na Linha 7-Rubi nesta quinta não são pontuais - elas fazem parte de um problema maior, que desde o início do ano afeta os usuários da CPTM. "Talvez [a empresa] não estivesse esperando tanta demanda. Houve um erro de planejamento, de engenharia ou de orçamento", pondera o engenheiro. Uma falha ocorreu nos trens da CPTM a cada quatro dias nos três primeiros meses de 2012, segundo levantamento da TV Globo. No total, 22 problemas foram registrados.

Problemas como a pane no sistema elétrico dos trens da Linha 7-Rubi, que paralisaram os trens e causaram tumulto, afetam mais gente do que só os passageiros, afirma Ejzenberg. "O custo social é enorme. Há pessoas que não chegam no trabalho, professores que deixam de dar aula, estudantes que faltam", diz.
A hipótese mais provável para a série de panes, diz Ejzenberg, é que tenha havido "atração" de público para o sistema de trens da CPTM sem que tenha ocorrido preparação da rede para receber tantos passageiros.
O Ministério Público abriu inquérito no início deste ano para investigar as panes sucessivas ocorridas nos trens da CPTM. Segundo o promotor Maurício Antônio Lopes, é necessário saber se houve redução no orçamento aplicado na rede ferroviária. Ele se reuniu com diretores da empresa na quinta-feira (29) e pediu uma compensação com relação à pane ocorrida na Linha 9-Rubi.

No limite
O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, admite que "a rede aérea [de trens] está no limite", mas nega que esteja havendo caos. "A demanda reprimida é muito grande. Pagamos o preço do nosso sucesso", disse ele, em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

A secretaria relata estar trocando os sistemas de alimentação de energia das estações da CPTM. Serão construídas novas substações de energia em todas as linhas, ainda de acordo com a pasta. Com relação ao problema na Linha 7-Rubi, o secretário considerou que, se as pessoas não tivessem saído do trem, na quinta, a pane elétrica seria resolvida rapidamente. A falha começou às 7h e estava restrita ao trecho entre as estações Barra Funda e Luz, ainda de acordo com Fernandes.

O secretário avalia que o problema da superlotação da CPTM está vinculado ao aumento da integração com o Metrô, em especial a Linha 4-Amarela. "Foi um tsunami. A CPTM está tendo que se desdobrar para lidar com esse tsunami [de usuários] que aconteceu", disse.

Outros fatores
Para Jaime Waisman, professor de engenharia de transportes da Universidade de São Paulo (USP), três fatores levaram ao boom de passageiros na CPTM e no Metrô: a integração com o Bilhete Único, que permite pagar tarifa mais barata pelo transporte, o congestionamento nas ruas de São Paulo e o bom momento econômico.

"Como isso repercute: há uma queda notável no nível de conforto para os passageiros. Os trens deixam de estar lotados nas horas-pico e ficam lotados praticamente o dia todo", diz o professor. Ele ressalta que a tendência de crescimento é inevitável, mesmo nos próximos anos. "As pessoas estão dispostas a deixar o carro e ir de trem e Metrô porque é mais rápido e barato. As vantagens do sistema trabalham contra ele", afirma.

Apesar de ser inevitável que mais gente use esse tipo de transporte, Waisman prevê um crescimento em ritmo mais lento nos próximos anos. "O grande pulo se deveu ao Bilhete Único. Eu diria que a tendência é de uns 20% de crescimento ao ano, até 2015", disse.

Na análise individual das linhas da CPTM, a 9-Esmeralda foi a que mais cresceu nos últimos anos. O número de passageiros mais do que triplicou, comparando os dois primeiros meses de 2007 com o mesmo período de 2012. Há cinco anos, havia apenas 5 milhões de usuários, número que chegou a 20,8 milhões só neste ano. A Linha 9 ficará fechada em trechos até maio, sempre aos domingos, para obras de modernização que devem custar R$ 307 milhões.

O excesso de passageiros é um dos grandes fatores de desgaste dos trens da CPTM e do Metrô, diz Waisman. "Mais lotação implica em mais gente segurando as portas, deixando coisas caírem nos trilhos, provocando algum acidente, o que prejudica a operação."

Investimento
A bancada do PT na Assembleia Legislativa protocolou na quinta representação junto ao Ministério Público Estadual em que pede a abertura de inquérito para apurar supostas irregularidades na prestação do serviço da CPTM e as responsabilidades dos gestores públicos nos acidentes e panes ocorridas. A representação requer, também, que seja apurada se há falta de investimento.

O PT diz ter documentos enviados pela CPTM à Assembleia Legislativa que provam diferença de R$ 700 milhões entre o que a CPTM reivindicou e o que foi efetivamente aprovado no orçamento da companhia em 2012: de R$ 1,75 bilhão para R$ 1,05 bilhão. Para a linha 7, a CPTM teria apontado a necessidade de R$ 284 milhões e o valor definido pelo governo foi de R$ 101 milhões, ou seja corte de R$ 183 milhões, que significa redução de 64% do orçamento no investimentos na linha.

CPTM sofre com 'tsunami' de passageiros da Linha 4-Amarela

Fluxo de usuários na Linha 4 não para de crescer
Fonte: Terra

O secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, disse nesta quinta-feira que o início das operações em tempo integral da linha 4-Amarela do metrô (Butantã-Luz), em setembro do ano passado, provocou um "tsunami de passageiros" que passaram a utilizar os serviços da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o que fez com que o órgão tivesse de acelerar as obras de melhorias do sistema. Somente entre outubro de 2011 e março de 2012, a CPTM ganhou 1,2 milhão de novos usuários, saltando para 2,7 milhões de passageiros que se locomovem de trens todos os dias.

"A CPTM está tendo que se desdobrar para lidar com esse 'tsunami' que aconteceu. (...) Foi um tsunami, e nós estamos administrando", afirmou Fernandes, em entrevista convocada para explicar o tumulto ocorrido ontem pela manhã na estação Francisco Morato, da linha 7-Rubi da CPTM, após uma pane.

De acordo com o secretário, embora a companhia já se preparasse para essa demanda, surpreendeu a rapidez com que ela ocorreu. De acordo com ele, os atrasos para a realização das obras da linha 5-Lilás do Metrô também contribuíram para sobrecarregar os trens, mas não há falta de investimentos no setor.

"Não está parado em nada os investimentos", ressaltou. "O que está havendo é uma migração forte para os trilhos. (...) A demanda reprimida é muito grande e nós pagamos o preço do nosso sucesso. Nós tiramos muita gente dos ônibus", acrescentou o secretário dos Transportes.

Uma das linhas mais afetadas por esse "tsunami" de passageiros foi a linha 9-Esmeralda da CPTM, cujo aumento de passageiros foi de 58% entre dezembro de 2010 e dezembro do ano passando, saltando para 520 mil usuários por dia.

Para lidar com essa sobrecarga de passageiros, a CPTM decidiu suspender, por nove domingos, a circulação de trens na linha 9, para poder acelerar as obras para a melhoria do sistema, sobretudo na parte elétrica. A medida, chamada de "ação de ataque", também deve ser implementada na linha 8-Diamante da CPTM, em junho, e na linha 7-Rubi, em julho. "Nós precisamos ter outros meios de transporte em São Paulo", disse.

O secretário negou, porém, que o número de falhas registradas no sistema de trens esteja acima do normal - em 2012, já foram registradas 15 panes "notáveis", ou seja, que afetaram os passageiros. "Está dentro dos parâmetros internacionais", disse.

Falha interrompe operação na Linha 9-Esmeralda nessa manhã


Fonte: G1


Uma composição da Linha 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) apresentou um problema de tração na Estação Ceasa, na Zona Oeste da capital paulista, por volta das 8h50 desta sexta-feira (30).

A composição que trafegava no sentido Grajaú teve de ser rebocada, o que obrigou os outros trens a seguirem por apenas uma via durante aproximadamente 30 minutos. De acordo com a CPTM, por volta das 9h20, a circulação foi normalizada.

Na quinta-feira (29), uma falha no sistema elétrico da Linha 7-Rubi paralisou trens e terminou com a depredação da estação Francisco Morato. A Polícia Militar chegou a usar bombas e manifestantes foram detidos. Passageiros relataram que chegaram a demorar até 4 horas no percurso e flagraram cenas de vandalismo.

O total de passageiros nas estações da CPTM cresceu 73% em cinco anos, segundo a empresa. Foram 117,1 milhões de passageiros nos dois primeiros meses de 2012, contra 67,8 milhões transportados no mesmo período de 2007. O número de usuários neste ano equivale a cerca de 3 mil vezes a capacidade do Estádio do Pacaembu - cerca de 40 mil, na Zona Oeste de São Paulo.

O Ministério Público informou que investiga falhas no serviço e especialistas ouvidos pelo G1apontam que há superlotação e necessidade de mais investimento. O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, anunciou obras de modernização no trecho afetado e afirmou que a inauguração da Linha 4 do Metrô e a consequente integração com os trens trouxe um "tsunami" de passageiros ao sistema.

Fernandes admite que "a rede aérea [de trens] está no limite", mas nega que esteja havendo caos. 
"A demanda reprimida é muito grande. Pagamos o preço do nosso sucesso", disse ele, em entrevista coletiva nesta quinta-feira. A secretaria relata estar trocando os sistemas de alimentação de energia das estações da CPTM. Serão construídas novas substações de energia em todas as linhas, ainda de acordo com a pasta.

Fechamento da Linha 9 causa confusão entre usuários

Trem série 7000 - Estação Pres. Altino - Linha 9-Esmeralda
Fonte: Estadão


As intervenções serão realizadas em três etapas. A primeira segue com o fechamento total da linha também nos dias 1.º, 8 e 15 de abril. A outra fase, que só terá a circulação de trens entre as Estações Osasco e Pinheiros, começa no dia 22 de abril e segue até 20 de maio. A última etapa terá intervenções parciais na via, mas sem interrupção.

Apesar dos avisos sonoros e dos cartazes informativos, alguns usuários diminuíram o passo na entrada da integração do metrô para o trem na Estação Pinheiros ao ver que o acesso estava fechado. A operadora de telemarketing Vânia Magalhães, de 39 anos, chegou 40 minutos atrasada ao trabalho por causa da mudança. "Do Capão Redondo, tomei três ônibus até a Praça da Sé, onde segui de Metrô até o Tietê."

Para diminuir o impacto da falta de circulação de trens, a população pôde usar os 40 ônibus disponíveis que faziam a integração da Estação Pinheiros com Imperatriz Leopoldina, da Linha 8-Diamante, e Berrini, Santo Amaro e Grajaú, da Linha 9. O ponto de embarque fica na altura do número 7.220 da Avenida Nações Unidas. Às 13h30 de ontem, a procura maior era pelos veículos que faziam a interligação das estações da Linha 9 - Esmeralda. De acordo com informações da CPTM, R$ 307 milhões serão investidos na implementação da nova infraestrutura da Linha 9-Esmeralda. Na primeira fase dos trabalhos, R$ 55 milhões serão usados.

Ciclovia do Rio Pinheiros. 
Durante a primeira fase das obras na Linha 9 da CPTM, a Ciclovia do Rio Pinheiros também ficará fechada aos domingos para garantir a segurança dos ciclistas. Haverá no local grande circulação de caminhões, carros e equipamentos. A limpeza e manutenção da via será feita às segundas-feiras, o que também causará o fechamento da ciclovia.

Passageiros da CPTM já perderam a paciência

Trem série 5550 - Estação Brás

Fonte: DAT

Os passageiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) estão cansados das dificuldades da empresa em ampliar e melhorar os serviços. Usuários entrevistados em Poá e Itaquaquecetuba reclamaram da demora para o início e conclusão de obras e projetos que são anunciados desde a década passada, da baldeação em Guaianazes (obrigatória para quem utiliza a linha Coral) e das interrupções das viagens.

A diferença de tratamento oferecido pela companhia aos usuários da região em comparação com os serviços oferecidos aos passageiros da Capital também foi motivo de queixa das pessoas ouvidas pelo DAT. O autônomo Carlos Alberto da Silva costuma embarcar na estação do Aracaré, em Itaquá, na linha Safira. A estação está velha e mal conservada. 

A escada de acesso às plataformas não tem cobertura, sem contar outros problemas. "Não acredito que algum dia essa estação será igual à do Tatuapé ou como as estações do Metrô", comentou.

Em Poá, o aposentado Milton Conceição de Andrade avaliou que há pelo menos dois anos o processo de modernização da CPTM estagnou. "As obras não saem do papel. Aqui na estação de Poá, por exemplo, as pessoas sofrem muito para chegar às bilheterias. Quem está do lado da praça do Relógio precisa subir um acesso em forma de ´caracol´ que é horrível", protestou.

A dona de casa Magna Alves também reside em Poá. Ela garantiu não entender a diferença na qualidade dos serviços oferecidos pela CPTM no Alto Tietê e na Capital. Ela observou que todos os usuários, sejam moradores de São Paulo ou da região, pagam o mesmo valor pela tarifa. "O transporte não está confiável. Ficam anos prometendo obras que não acontecem. 

Os trens circulam superlotados nos horários de pico e a gente sofre muito com a baldeação em Guaianazes. Acho que só quando os usuários cobrarem um atendimento melhor, a CPTM investirá mais rapidamente. As prefeituras também deveriam cobrar, mas não fazem isso", lamentou.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Obra de viaduto em Caieiras atrasa e morador para nos trilhos da CPTM

Estação Caieiras - Linha 7-Rubi
Fonte: Diário de SP


A população de Caieiras, na Grande São Paulo, aguarda a conclusão da obra do viaduto sobre a Linha 7-Rubi da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos),  com a esperança que ela diminua os problemas de trânsito na região.  Sem a passagem, a espera para transpor a linha férrea pode chegar a 30 minutos ao lado da estação de trem da cidade. A obra ficou parada por mais de seis meses e foi retomada há dez dias, segundo o prefeito Roberto Hamamoto. Ontem, a Operação Bairro a Bairro do DIÁRIO esteve na cidade para conhecer problema e ouvir os moradores.

O cobrador de ônibus Paulo Sergio, de 33 anos, passa pelo  local todo dia para chegar ao Terminal Alípio Martinho, a menos de 100 metros da obra. “Quando fecha a cancela, a demora é de quase 30 minutos para acessar a via na saída do terminal”, disse.

O motorista de ambulância Oswaldo parecido de França, de 55, também reclama do trânsito no local e tem pouca esperança de ver o novo viaduto concluído. Ele transporta pacientes para hemodiálise.
“Quando o transporte acontece no horário de pico a coisa piora muito”, desabafa.

Para os pedestre há ainda o perigo de atravessar a linha férrea a pé. A gestante Simone Rodrigues, de 22 anos, disse que tem utilizado a passarela da CPTM, mas antes  passava pela linha do trem como a maioria faz.
“Para idosos, gestantes e cadeirantes fica bem difícil usar a passarela devido à quantidade de degraus”. “Eu tenho certeza que, assim que concluírem as obras as pessoas sentirão mais segurança em transitar por aqui”, afirmou o comerciante Gilberto da Silva.

Buzinaço de trens na Rio +20

Operadoras ferroviárias irão promover buzinaço no mundo inteiro
Fonte: Exame

Operadores de trens e ferrovias decidiram fazer um buzinaço mundial no dia 19 de junho, durante a realização da conferência Rio +20. Às 19h00, horário de Brasília, todos os trens em operação no mundo deverão acionar suas buzinas com o objetivo de chamar a atenção para a utilização do transporte ferroviário. A ideia dos organizadores é mostrar que o uso do transporte sobre trilhos é o mais sustentável, tanto pelo fato de poluir menos que automóveis e caminhões, como por transportar uma  grande quantidade de passageiros ou cargas sem provocar congestionamentos.

Governo quer construir nova estação em local onde prédio foi demolido

Prédio da Favela Moinho foi demolido no começo do ano
Fonte: Viatrólebus

O local em que recentemente foi atingido por um incêndio que abriga uma favela, pode ter uma nova estação, chamada de Bom Retiro. De acordo com o presidente da CPTM, Mário Bandeira, a obra está na fase do projeto funcional e no segundo semestre deve ser contratado o projeto básico. São estimados cerca de 30 mil passageiros por dia na estação que vai atender as linhas 7 – Rubi, 8 – Diamante e 11- Coral. As obras deverão começar só no final de 2013, com previsão de entrega em 2015.
 
No entanto, a prefeitura de São Paulo tem um projeto para enterramento da malha férrea entre a Lapa e o Brás, e a construção de uma avenida e um parque na superfície, oque viria de encontro com este projeto da CPTM. Segundo o presidente da Companhia, a estação já será construída prevendo esta mudança.

Linha 7-Rubi volta a operar normalmente



Fonte: CPTM

A CPTM informa que os trens da Linha 7-Rubi estão circulando normalmente. A estação de Francisco Morato foi reaberta para a população. A extensão operacional até Jundiaí também opera normalmente. Mais informações no site da CPTM: www.cptm.sp.gov.br

Usuários atiram bombas caseiras na estação de Francisco Morato

Bilheteria da estação foi incendiada. Trens também foram destruídos
Fonte: Folha de São Paulo

A Polícia Militar foi chamada para controlar a multidão. Durante o tumulto, guardas da CPTM usaram gás de pimenta dentro da estação e uma criança, de 8 anos, acabou se sufocando e precisou ser socorrida por um cabo da PM.

O tumulto aconteceu, por volta das 7h da manhã, quando cerca de mil pessoas conseguiram forçar a entrada na estação, que tinha os portões fechados pelos guardas por causa da grande quantidade de usuários dentro do local.O chefe da estação tentou se abrigar dentro de uma sala para fugir do tumulto, mas foi atingido por uma pedra na cabeça.

A PM tentou retirar as pessoas do local, mas os usuários sendo empurrados para fora, revidaram com pedradas e bombas caseiras. Os telhados da estação estão com buracos por causa das bombas.

A polícia usou gás de efeito moral, bomba lacrimogêneo e bala de borracha para afastar as pessoas. Por causa do tumulto, a população fechou as principais ruas da região.

A onda de vandalismo continuou nos arredores da estação. Segundo testemunhas, um grupo de 40 a 50 pessoas atirou uma bomba a 800 metros do local. Os comerciantes, com medo de novos confrontos entre policiais e a população, fecharam as portas. Cinco pessoas foram presas, 4 homens e 1 mulher. Duas possuíam bombas caseiras.

A situação foi normalizada por volta das 10h, e, desde então, as portas da estação estão fechadas e os funcionários da CPTM tentam limpar o local. Não há previsão de reabertura da estação Francisco Morato.

Em dia de pane na Linha 7, Governo anuncia investimentos em energia

Usuários destruíram patrimônio da CPTM em Francisco Morato
Fonte: G1

O investimento de R$ 385 milhões na melhoria da rede elétrica e do fornecimento de energia anunciado pelo governo de São Paulo nesta quinta-feira (29) deve beneficiar todas as linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, segundo o governador Geraldo Alckmin. Com o valor, serão feitas melhorias na rede de energia das linhas, além da construção de mais subestações, o que deve evitar, no futuro, panes que afetem longos trechos das linhas como a ocorrida nesta manhã na Linha 7-Rubi.

O problema começou por volta das 8h. A linha liga as estações Francisco Morato e Luz. Com a falha, trens chegaram a parar entre as estações. De um deles, passageiros desceram e passaram a andar nos trilhos, nas proximidades da Estação Lapa.

A licitação feita em três lotes foi finalizada nesta quarta-feira (28). Segundo o secretário dos Transportes Metrpolitanos, Jurandir Fernandes, o contrato com as empresas vencedoras deve ser assinado até 15 de abril, e então as obras poderão ser iniciadas. O prazo para a finalização das obras é de um ano.

“É um total de R$ 385 milhões, todo em investimento em rede elétrica, subestações também, toda a parte de energia. Cresceram muito os trens, todos eles com ar condicionado, cresceu muito a demanda por energia elétrica, esses investimentos serão totalmente na parte de rede elétrica”, disse o governador. “Todas as linhas da CPTM vão ser beneficiadas por esse investimento.”

O secretário reforçou que a licitação mostra que os investimentos na CPTM estão ocorrendo. “Nós não estamos satisfeitos com a situação, tanto é que está aqui a prova, essa licitação é com data de ontem [quarta-feira]. Estamos investindo, estamos lutando. Não está saindo fora de controle”, disse ele. “A demanda é estimada, o que não é estimado é que ao invés de fazer uma licitação em um ano leva três. Se a Linha 5 tivesse funcionando, nós não teríamos esse grande gargalo que temos hoje na Linha 9.”

“Hoje, aconteceu o curto circuito entre a Luz e a Barra Funda. Caiu todo o sistema porque nós temos uma subestação nesse intervalo. Então, nós temos que fazer mais subestações, mais seccionamento de linha", explicou Fernandes.

Pela manhã, em entrevista à Rádio CBN, Fernandes admitiu que a CPTM enfrenta alguns momentos de “sobrecarga” dado o acréscimo de passageiros nos últimos tempos. Segundo ele, só no último ano a demanda aumentou em 1,2 milhão de usuários. “Não estamos em situação de iminente caos. Estamos sob controle”, disse. A licitação para a ampliação da Linha 5 foi questionada na Justiça, e apenas no sábado (24) foi autorizado o recomeço das obras.

Sobre o problema ocorrido nesta manhã, o secretário afirmou que a passagem de passageiros pelas linhas do trem atrasou a volta ao normal da linha. “Quando ocorreu, em cinco minutos nós já estávamos buscando a solução. Só que se alastrou até Pirituba, saiu da situação que era da Barra Funda até a Luz. Houve três trens que as pessoas saíram. Quando sai, para. A regra é: passageiro no trilho, para”, disse Fernandes. “Foi preciso fazer varredura de linha, para saber se não tinha um passageiro.”

Fernandes também negou que a CPTM seja uma causa perdida. “Perdida seria se nós não tivéssemos a luz que a gente está vendo. Os contratos estão ocorrendo, os investimentos estão ocorrendo, os trens novos estão sendo comprados. Nós vamos ter a solução para isso”, disse.

PM usa bomba e estação de trem é fechada após falha na CPTM

Usuários destruíram bloqueios e incendiaram a bilheteria da estação F. Morato
Fonte: G1

A Polícia Militar precisou usar bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo para conter passageiros da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que depredaram a estação Francisco Morato, na Grande São Paulo, na manhã desta quinta-feira (29), como mostrou o SPTV. O tumulto começou após a falha que afetou a circulação de composições na linha desde as 8h. Por volta das 12h20, a estação foi fechada e a PM vigiava o local.

Segundo informações da Polícia Militar, uma bilheteria e uma porta foram quebradas, e pessoas tentaram atear fogo na estação. Às 12h20, a corporação informou que populares começaram a avançar para áreas comerciais no entorno da estação, causando o fechamento das lojas. Aproximadamente 14 carros da PM estavam na região no horário. O reforço foi pedido para apurar uma denúncia de tentativa de saque a um estabelecimento.

 Um defeito no sistema de alimentação elétrica dos trens fez com que a linha ficasse paralisada entre as estações Pirituba e Luz nesta manhã. O problema começou por volta das 8h. A circulação de trens na Linha 7-Rubi começou a ser retomada por volta das 10h30 entre as estações Baltazar Fidélis e Luz. A circulação entre as estações Jundiaí e Francisco Morato estava paralisada por volta das 12h. A operação Paese, em que ônibus fazem o circuito afetado, foi acionada. Os veículos partiam da Estação Caieiras, fazendo uma parada em Francisco Morato e seguindo até Jundiaí.

Nesta manhã, após a pane, o governador Geraldo Alckmin anunciou um investimento de R$ 385 milhões na melhoria da rede elétrica e do fornecimento de energia para beneficiar todas as linhas da CPTM. Com o valor, serão feitas melhorias na rede de energia das linhas, além da construção de mais subestações, o que deve evitar, no futuro, panes que afetem longos trechos das linhas como a ocorrida nesta manhã na Linha 7-Rubi.

Trens foram destruídos ao longo da linha
Outros problemas
No dia 14 de março um defeito no sistema elétrico fez os trens operarem com velocidade reduzida na Linha 9-Esmeralda da CPTM. Os trens precisaram circular por uma única via entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro. Por causa do problema, a Linha 5-Lilás do Metrô, integrada com a CPTM, também operou com menor velocidade. Segundo a CPTM, a falha desta quarta afetou cerca de 30 mil usuários.

No último domingo (25), a linha ficou fechada para que obras fossem feitas na via. De acordo com a companhia, as obras foram feitas nos sistemas de rede aérea, sinalização e via permanente, com o objetivo de "aumentar a confiabilidade dos sistemas e equipamentos".

A linha será fechada novamente nos domingos dos dias 1°, 8 e 15 de abril. No total, serão investidos R$ 307 milhões nas obras na via. Nos domingos dos dias 22 e 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio, a circulação na via será feita apenas entre as estações Osasco e Pinheiros.

Linhas 7-Rubi e 8-Diamante também deverão fechar aos domingos

Trens da Linha 7 tiveram problemas hoje cedo
Fonte: Viatrolébus

A informação foi transmitida pelo secretário de transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes em entrevista a rádio CBN. Segundo ele, após as intervenções que vão ocorrer na linha 9 – Esmeralda as linhas 7 e 8 devem parar também aos domingos. O ramal esmeralda será fechada novamente nos domingos dos dias 1°, 8 e 15 de abril. No total, serão investidos R$ 307 milhões nas obras na via. Nos domingos dos dias 22 e 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio, a circulação na via será feita apenas entre as estações Osasco e Pinheiros.

Após este período será a vez da Linha 8 – Diamante e na sequencia a Linha 7 – Rubi pararem para obras, que segundo o governo, são para acelerar os investimentos.
Os usuários da CPTM vem sofrendo bastante problemas com diversas falhas, e até acidente que deixaram quase uma centena de feridos. É bem verdade que a CPTM teve um aumento astrofísico no número de passageiros oque faz nos questionarmos se a companhia estava preparada para receber os novos usuários.
A secretaria rebate as críticas. O secretário lembrou dos investimentos em modernização das linhas que estão sendo feitos e informou que a CPTM concluiu nesta quarta-feira(28) a licitação para contratação de energia para a companhia. “A modernização e investimentos ocorrem com o sistema funcionando”, disse o secretario.

Secretário admite sobrecarga, mas diz que situação na CPTM não é de caos


Fonte: G1

O secretário estadual dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, admitiu em entrevista à Rádio CBN na manhã desta quinta-feira (28) que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enfrenta alguns momentos de “sobrecarga” dado o acréscimo de passageiros nos últimos tempos. Segundo ele, só no último ano a demanda aumentou em 1,2 milhão de usuários. 

Ele, entretanto, negou que a situação seja de caos. “Não estamos em situação de iminente caos. Estamos sob controle”, disse.

Por volta das 8h, a circulação de trens da Linha 7-Rubi, que liga Francisco Morato a Luz, foi afetada devido a uma falha elétrica. Pouco depois das 9h, a circulação foi normalizada apenas no trecho entre Lapa e Barra Funda. Passageiros chegaram a descer dos trens e caminharam pelos trilhos. Além da paralisação dos trens entre as estações Pirituba e Luz, de Francisco Morato a Pirituba as composições seguiam com maior intervalo e tempo de percurso.

O secretário lembrou dos investimentos em modernização das linhas que estão sendo feitos e informou que a CPTM concluiu nesta quarta-feira(28) a licitação para contratação de energia para a companhia. “A modernização e investimentos ocorrem com o sistema funcionando”, disse o secretario.

Outros problemas

No dia 14 de março um defeito no sistema elétrico fez os trens operarem com velocidade reduzida na Linha 9-Esmeralda da CPTM. Os trens precisaram circular por uma única via entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro. Por causa do problema, a Linha 5-Lilás do Metrô, integrada com a CPTM, também operou com menor velocidade. Segundo a CPTM, a falha desta quarta afetou cerca de 30 mil usuários.

No último domingo (25), a linha ficou fechada para que obras fossem feitas na via. De acordo com a companhia, as obras foram feitas nos sistemas de rede aérea, sinalização e via permanente, com o objetivo de "aumentar a confiabilidade dos sistemas e equipamentos".

A linha será fechada novamente nos domingos dos dias 1°, 8 e 15 de abril. No total, serão investidos R$ 307 milhões nas obras na via. Nos domingos dos dias 22 e 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio, a circulação na via será feita apenas entre as estações Osasco e Pinheiros.

Usuários depredam estação Francisco Morato

Usuários depredaram estações na Linha 7, por conta de problemas
Fonte: G1
Imagem de Ariane Souza

Usuários da Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) depredaram a estação Francisco Morato, na Grande São Paulo, após o início de uma falha que afetou a circulação de composições na linha na manhã desta quinta-feira (29), segundo informações da Polícia Militar. Segundo a corporação, uma bilheteria e uma porta foram quebradas, e pessoas tentaram atear fogo na estação. O tumulto já estava controlado às 10h.

 Um defeito no sistema de alimentação elétrica dos trens fez com que a linha ficasse paralisada entre as estações Pirituba e Luz nesta manhã. O problema começou por volta das 8h na linha que liga as estações Francisco Morato e Luz. Segundo a assessoria da CPTM, a circulação foi retomada parcialmente às 9h entre as estações Lapa e Barra Funda.

Além da paralisação dos trens, de Francisco Morato a Pirituba as composições seguiam com maior intervalo e tempo de percurso. Segundo a Polícia Militar, às 10h, 12 unidades estavam na Estação Francisco Morato. Apesar de o tumulto já ter sido contido no horário, os policiais trabalhavam retirando os usuários da estação, reorganizando-os em filas para facilitar a entrada.

A CPTM informou que equipes de manutenção estavam trabalhando no reparo do problema, e que os usuários eram orientados pelo sistema de som dos trens e estações. Não há previsão para a normalização do problema.
Atrasos
O operador de telemarketing Robson Alves de Vasconcelos saiu da Estação Francisco Morato, na Linha 7-Rubi da CPTM, para trabalhar na região da Estação Santana, da Linha 1-Azul do Metrô. Por volta das 9h, horário em que já devia estar trabalhando, ele estava na Estação Barra Funda. Ele conseguiu pegar uma folha impressa entregue pela CPTM com uma justificativa que explica o problema ocorrido nesta manhã. Vasconcelos pretendia apresentar o comunicado ao chefe no trabalho para justificar o atraso. “Eles não vão abonar o meu atraso, mas serve como justificativa”, disse.

Já a entregadora de jornal Luzinete Francisca da Silva, de 65 anos, disse que o trem em que estava ficou muito tempo parado em Pirituba. “Falavam que era trem na frente. Depois disseram que era problema de energia”, comentou. A composição voltou a andar, mas parou novamente em Piqueri. Ela saiu de Francisco Morato e seguia até a Estação Imperatriz Leopoldina, na Linha 8-Diamante da CPTM.
Às 9h35, um trem se encontrava parado há pela menos 30 minutos na plataforma na Estação Barra Funda, no sentido Francisco Morato. A plataforma não estava cheia, mas a composição estava lotada.

Outros problemas
No dia 14 de março um defeito no sistema elétrico fez os trens operarem com velocidade reduzida na Linha 9-Esmeralda da CPTM. Os trens precisaram circular por uma única via entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro. Por causa do problema, a Linha 5-Lilás do Metrô, integrada com a CPTM, também operou com menor velocidade. Segundo a CPTM, a falha desta quarta afetou cerca de 30 mil usuários.

No último domingo (25), a linha ficou fechada para que obras fossem feitas na via. De acordo com a companhia, as obras foram feitas nos sistemas de rede aérea, sinalização e via permanente, com o objetivo de "aumentar a confiabilidade dos sistemas e equipamentos".

A linha será fechada novamente nos domingos dos dias 1°, 8 e 15 de abril. No total, serão investidos R$ 307 milhões nas obras na via. Nos domingos dos dias 22 e 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio, a circulação na via será feita apenas entre as estações Osasco e Pinheiros.

Usuários incendiaram a estação de Francisco Morato

Falha elétrica paralisa circulação de trens na Linha 7-Rubi

Estação de Francisco Morato hoje pela manhã: tumulto e confusão entre usuários
Fonte: G1

Um defeito no sistema de alimentação elétrica dos trens na Linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) causava a paralisação da linha entre as estações Pirituba e Luz por volta das 8h10 desta quinta-feira (28). O problema começou por volta das 8h. A linha liga as estações Francisco Morato e Luz.

Com a falha, trens chegaram a parar entre as estações. De um deles, passageiros desceram e passaram a andar nos trilhos, nas proximidades da Estação Lapa.

Além da paralisação dos trens entre as estações Pirituba e Luz, de Francisco Morato a Pirituba as composições seguiam com maior intervalo e tempo de percurso.

Trens também foram depredados ao longo da linha

Outros problemas
No dia 14 de março um defeito no sistema elétrico fez os trens operarem com velocidade reduzida na Linha 9-Esmeralda da CPTM. Os trens precisaram circular por uma única via entre as estações Granja Julieta e Santo Amaro. Por causa do problema, a Linha 5-Lilás do Metrô, integrada com a CPTM, também operou com menor velocidade. Segundo a CPTM, a falha desta quarta afetou cerca de 30 mil usuários.

No último domingo (25), a linha ficou fechada para que obras fossem feitas na via. De acordo com a companhia, as obras foram feitas nos sistemas de rede aérea, sinalização e via permanente, com o objetivo de "aumentar a confiabilidade dos sistemas e equipamentos".

A linha será fechada novamente nos domingos dos dias 1°, 8 e 15 de abril. No total, serão investidos R$ 307 milhões nas obras na via. Nos domingos dos dias 22 e 29 de abril e 6, 13 e 20 de maio, a circulação na via será feita apenas entre as estações Osasco e Pinheiros.

Usuários descem na via e travam trens na Linha 7-Rubi

Falha elétrica causou reflexos na estação Luz
Fonte: Terra

Um defeito no sistema de alimentação elétrica dos trens na região da Estação Luz, no centro de São Paulo, prejudicou na manhã desta quinta-feira a circulação de trens da Linha 7-Rubi, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), entre as estações Pirituba e Luz.

Parados dentro de uma composição entre as estações Pirituba e Vila Clarice, passageiros quebraram janelas e desceram aos trilhos para caminhar até a estação mais próxima.

A falha de energia ocorreu por volta das 7h, mas prejudicou toda a linha até pelo menos as 10h. Usuários reclamavam de esperas de mais de uma hora, e, em algumas estações, como a Pirituba, houve atos de vandalismo.

CPTM explica investimentos, mas não revela prazos

Trem série 4400 - Estação Suzano - Linha 11-Coral
Fonte: DAT

A assessoria de Imprensa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) garantiu que neste ano a Linha 11-Coral receberá mais recursos que em 2011. 

"No ano passado foram investidos R$ 171,1 milhões. Para 2012, os investimentos previstos são de R$ 332 milhões, incluindo as estações."

Sobre as obras das passarelas para pedestres que estão paradas deste a metade do ano passado em Ferraz de Vasconcelos, a  CPTM informou que o cronograma foi revisto em função de mudanças necessárias no projeto básico. O investimento total é de R$ 2,9 milhões. Mas não disse quando os serviços serão retomados.

No caso de Poá, a companhia chegou a informar em 2011, que as obras para reconstrução da estação central do município seriam iniciadas neste mês. "Caso não haja interposição de recursos, a estimativa é que o contrato para obra seja formalizado com a empresa vencedora até o final de março", explicou a assessoria, que não falou em data para o começo dos serviços.

Em relação às obras de mais de R$ 100 milhões nas estações Itaquaquecetuba e Manoel Feio, a CPTM informou que as propostas apresentadas na licitação estão em análise. A elaboração dos projetos deve durar oito meses e um ano, respectivamente, a contar da data da ordem de serviço. 

Já a localização da implantação da nova estação Aracaré é negociada com a prefeitura. Diante dessas informações, é possível estimar que nenhuma das estações de Itaquá  terá obras antes de 2013.

Obras lentas e serviço aquém

Usuários da Linha 11 estão insatisfeitos com promessas da Companhia
Fonte: DAT

Quem utiliza regularmente os serviços da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) tem ouvido com mais frequência e impaciência as seguintes orientações transmitidas pelo sistema de som: "essa composição aguarda movimentação de trem à frente"; "por falha na rede aérea os trens estão circulando com maiores intervalos"; "essa composição aguarda ordem para prosseguir"; "por excesso de chuva e problemas na sinalização os trens estão circulando com velocidade reduzida".

Falhas eventuais em um sistema extremamente complexo que atende milhões de pessoas todos os dias poderiam até ser consideradas normais, mas a sensação de muitos usuários é que os problemas estariam aumentando a cada dia. Para deixar os passageiros ainda mais preocupados (e inconformados), há cerca de 20 dias, um jornal de São Paulo informou que a CPTM teria reduzido seus investimentos.

Os exemplos de que as coisas não estão funcionando com a velocidade esperada pelos usuários que pagam R$ 3 para embarcar, estão por todas as partes. 

Os serviços para construção da nova estação de Ferraz de Vasconcelos são emblemáticas. A concorrência pública para contratação da empresa que executaria a obra ocorreu em 2009. Em 2010 o contrato foi assinado. 

Em 2011 a CPTM disse que a licitação foi feita só com projeto básico e seria necessário fazer o executivo. Agora, no início de 2012, a companhia informou que a entrega da nova estação (que chegou a ser prevista para o final do ano passado), só acontecerá no segundo semestre de 2013. 

Em razão do atraso para o início da obra, a prefeitura decidiu aplicar multa de R$ 100 mil à companhia, que prometeu recorrer. Além disso, há pelo menos seis meses que as obras para construção de duas passarelas de pedestres estão abandonadas.  

Em Suzano, a CPTM conseguiu a posse de apenas 19 dos 40 imóveis que estão sendo desapropriados para a construção da nova estação e não existe prazo previsto para o início da obra. Em Poá, a CPTM iniciaria a reconstrução da estação central nesse mês de março, mas a empresa ainda não confirmou quando o serviço começará nem o que será feito. 

Por fim, desde o ano passado o governo do Estado promete reformar as estações de Itaquaquecetuba, mas não existe uma data definida para o início dos trabalhos.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Entrevista: David Rodrigues

David Rodrigues, fotógrafo ferroviário do Rio de Janeiro
Por Diego Silva

Caros leitores, nessa entrevista do mês, falaremos com alguém que compartilha o mesmo hobby: fotografar trens. Diretamente do Rio de Janeiro, David Rodrigues, grande fotógrafo de trens, conta um pouco sobre seu passatempo, além de alguns detalhes sobre o que é possível ver nos trilhos da Supervia. Confira abaixo a entrevista que David concedeu ao blog 'CPTM em Foco':

Diego Silva: David, conte-nos um pouco sobre seu hobby ferroviário. Quando e onde começou a gostar de trens?
David Rodrigues: Meu gosto pela ferrovia começou meio que sem querer: eu estudava em um bairro aqui do Rio, onde eu tinha que passar por uma estação para chegar no colégio. Comecei a cada dia mais prestar atenção nos trens, percebendo que havia uma variedade de modelos e pensei: "será que eles tem nomes assim como os automóveis?". Antes de começar a pesquisar de fato, eu procurei observar o que tinha de visivel para formar uma lógica e começar a entender um pouco daquele mundo novo que eu sem querer estava começando a entrar. Isso foi por volta de 2006, na estação Méier, do ramal Deodoro da Supervia (concessionária que opera e administra os trens metropolitanos no Rio de Janeiro). E hoje eu já não consigo mais viver longe de tudo o que a ferrovia me trouxe, os amigos que fiz, enfim, meu gosto por trens hoje pra mim, já conta parte da minha vida.

DS: Talvez seu principal hobby seja fotografar, não é verdade?
DR: Sim, é verdade! Junto com o gosto por trens, descobri a fotografia, o que me fez até entrar num curso básico de fotografia no ano passado (2011). Sem dúvida dentro da ferrovia, meu principal hobby é a fotografia.

DS: Você esteve em São Paulo no ano passado, para conhecer o sistema e, claro, fotografar. O que mais gostou daqui e quais as principais diferenças que viu entre CPTM e Supervia?
DR: Bem, o que eu mais gostei na visita, foi a integração gratuita entre o Metrô e a CPTM. Inclusive, utilizei com frequência durante os quase 3 dias que estive na cidade. As principais diferenças: o contraste de frotas e da operação das linhas, como o fato de umas operarem em mão inglesa, e outras em mão ocidental. O que mais me chamou a atenção foi ver que, mesmo tendo tantas diferenças, contrastes entre as linhas, tudo funcionava de forma integrada, uma verdadeira rede, diferente da Supervia, que não tem de fato integrações entre outros modais.  Mas a principal diferença mesmo é a forma com que a operação se adapta a realidade dos usuários na CPTM, o que não acontece na Supervia, onde se demora muito para atender as demandas.

DS: Voce também utilizou o Metrô. O que achou do sistema paulista, considerado o melhor da américa latina e um dos melhores do mundo?
DR:  Usei e pude atestar que, de fato, o sistema paulista merece os títulos que tem. Tem que ser bom mesmo para conseguir operar um sistema que não é muito grande, mas que transporta mais de 3,5 milhões de passageiros por dia. Dar conta disso tudo, mantendo uma boa manutenção e uma operação com o mínimo de problemas possível. Achei a operação do sistema bem sólida, o melhor é ver que nunca estão satisfeitos e que sempre procuram melhorar, coisa que não vejo aqui no Rio, onde o Metrô não tem os mesmos requisitos e qualidades que percebi no Metrô de São Paulo.

DS: Você pretende trabalhar na área ferroviária? Se sim, em qual cargo
DR: Eu já quis trabalhar na área, mas algumas coisas mudaram na minha vida nos últimos anos, coisas aconteceram, e eu não digo que desisti, mas que a vida está me levando pra outros caminhos, e por enquanto terei que continuar tendo a ferrovia como hobby, mas quem sabe no futuro já com a vida acertada, eu não possa conquistar um cargo na ferrovia. Se caso eu tenha a oportunidade de trabalhar na área, eu ficaria entre Controlador de tráfego e Manutenção de material rodante (pneumatica no caso).

DS: Certa vez, falamos de manter a história ferroviária através de fotografias. Na sua opinião, fotógrafos ferroviários mereciam mais atenção?
DR: Com certeza, deveriam receber muito mais atenção. Principalmente nos últimos 10 anos, onde, com o desenvolvimento da fotografia digital, foi e ainda está sendo gerado um acervo bem vasto da atual história ferroviária do país. Não estão dando o devido valor à essas pessoas que estão compondo a memória da ferrovia no Brasil, trens que estão indo embora e que foram eternizados em fotografias feitas por nós, mas que mesmo assim ainda podem ser esquecidos. Não que eu busque o reconhecimento, mas que merecemos mais atenção, isso com certeza merecemos. Queria muito até fazer disso uma profissão, mas o mercado está praticamente fechado para esse tipo de fotografia. Eu, sinceramente, espero que nossos registros não se percam, como no passado muitos fotógrafos ferroviários fizeram grande acervo, que até hoje achamos fragmentos de seus trabalhos, que não estão recebendo o devido valor.

DS: O blog ''CPTM em Foco'', atualmente, é lido diariamente por mais de 1500 pessoas. Entre eles, funcionários, admiradores e fãs de ferrovia assim como nós. Que mensagem você deixa para quem lê você nesse momento?
DR: A única coisa que tenho a dizer a todos: aproveitem bem esse espaço, porque foi feito justamente para nós que procuramos sempre entender mais e melhor desse mundo tão instigante que é a ferrovia. Se você está começando a ler agora, continue, pois você tem aqui uma visão verdadeiramente imparcial sobre os fatos que aconteceram e acontecem na ferrovia, o que realmente acontece é contado aqui, da forma que deve ser mostrado, e é isso.. Se puderem, façam desse blog a página inicial de seus navegadores, porque sempre tem algo novo para se ver por aqui.

DS: David, muito obrigado por nos conceder essa entrevista. Seja sempre bem-vindo em São Paulo!
DR: Obrigado, e pode contar sempre comigo, e a galera de SP também será sempre bem-vinda aqui no Rio de Janeiro, e deixo um abraço para todos.

Trem rápido de passageiros entre Sorocaba e SP deverá operar a partir de 2016

Trem rápido espanhol, que liga Madrid à Sevilla
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

O trem rápido de passageiros que o Governo do Estado pretende instalar entre Sorocaba e São Paulo deverá fazer o trajeto em pouco mais de 40 minutos, com parada em Mairinque e talvez em São Roque. O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, calcula que ele poderá iniciar as viagens em 2018, podendo ser adiantada para 2016 se houver a união de forças suprapartidárias e não ocorrerem recursos de empresas nas concorrências públicas. Ontem, na Assembléia Legislativa, o secretário declarou que chegou o momento de tratar do assunto com as lideranças políticas sorocabanas e convidou os deputados Hamilton Pereira (PT) e Maria Lúcia Amary (PSDB) para uma reunião, em abril. Ele enfatizou que aqueles que viajam para a capital darão prioridade o trem, que será confortável, com hora certa para chegar e alguns serviços de bordo, como sinal de internet e se possível a distribuição de café.

O desembarque na cidade de São Paulo deve ser definida na Barra Funda, na Lapa ou na região de Pinheiros. O secretário disse que precisará ser construída uma nova ferrovia para que o trem alcance a velocidade de 160 quilômetros por hora, já que a linha existente e usada para o transporte de cargas têm curvas consideradas fechadas, que impossibilitam viagens acima dos 70 km/h. Ainda está para ser decidido se a ferrovia vai margear a rodovia ou a ferrovia existente. Apesar do trem previsto para fazer as viagens Sorocaba a São Paulo alcançar 160 km/h a velocidade da média da viagem, também chamada de velocidade comercial, será de 120 km/h ao considerar as paradas, em até outras duas cidades. De acordo com o secretário não haverá paradas a partir de Itapevi e toda a linha a ser construída terá a extensão de 85 quilômetros.

No momento os estudos encontram-se na fase do projeto funcional. O secretário Jurandir Fernandes declarou que esse projeto definirá todo o traçado e se precisará da construção de pontes e viadutos. Para definir o traçado, o secretário afirmou que começará a consultar a partir do próximo mês as lideranças sorocabanas para conhecer os anseios da população. Além da situação política afirma que também deseja atender à oposição para não dar privilégio a um setor ou outro. Decidido o traçado iniciará o projeto básico, que definirá, por exemplo, os tamanhos dos túneis, largura de pontes e outras medidas que forem necessárias. Na sequência, virá o projeto executivo para definir detalhes como tipo de dormente e de cascalho. Também dependerá de licenças ambientais, da conquista de uma parceria público-privada para o custeio e da licitação que definirá as empresas que realizarão as obras.

Jurandir Fernandes disse que atualmente há três traçados em estudos. O mais adiantado é o de Jundiaí, que inicia o projeto executivo, em segundo lugar está Sorocaba e depois o de Santos. Ele crê na possibilidade das atividades, tanto do trajeto de Jundiaí como de Sorocaba, terem início em 2016, porque para Jundiaí precisarão ser construídos quase 20 quilômetros em túneis, o que não é o caso de Sorocaba. A viagem entre Jundiaí e São Paulo será feita em cerca de 29 minutos, também com velocidade comercial de 120 km/h.

Todos esses planos foram expostos na manhã de ontem durante audiência com a Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista, da qual fazem parte os deputados Hamilton Pereira e Maria Lúcia Amary e tem como coordenador o deputado Mauro Bragato (PSDB). Durante a audiência, o deputado Hamilton Pereira falou que a expansão de regiões metropolitanas como São Paulo, Sorocaba e Campinas - em um futuro não muito distante - promoverá o encontro dessas manchas urbanas transformando rodovias como a Castelo Branco, Raposo Tavares, Anhanguera e Bandeirantes em grande avenidas. No entanto, desde já, os trabalhadores que saem de Sorocaba para trabalhar em São Paulo enfrentam congestionamentos nas rodovias. Ele enfatizou a importância da ferrovia para o escoamento da população. Pediu informações do trem rápido de passageiros que ligará Sorocaba a São Paulo e queixou-se do sucateamento das rodovias existentes após as concessões, conforme apurado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito promovida há dois anos.

A deputada Maria Lúcia Amary, além de também perguntar em que fase está os estudos para criar o trem de passageiros entre Sorocaba e São Paulo, queixou-se que, diferente dos países de primeiro mundo, "o Brasil segue na contramão, priorizando as rodovias". Ela disse também que atualmente as cidades têm se desenvolvido em torno das rodovias e não mais das ferrovias. Em resposta aos questionamentos dos deputados que representam a região de Sorocaba, o secretário Jurandir Fernandes os convidou para uma reunião a ser agendada em seu próprio gabinete.

terça-feira, 27 de março de 2012

Linhas de VLT poderão passar por Campo Limpo e Várzea Paulista



Fonte: Rede Bom dia / STEFZS

O VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) terá duas linhas implantadas em Jundiaí, segundo  estudos realizados pela Prefeitura de Jundiaí e pela CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos).

De acordo com o projeto, a Linha 1 sairá do Terminal da Vila Hortolândia, passará pela região central da cidade e seguiria até Várzea Paulista, onde será o ponto final.

A segunda linha tem como ponto de partida o Distrito Industrial, próximo à Itupeva, também passará pelo Centro, seguirá para Várzea Paulista e terminará em Campo Limpo Paulista.

O estudo que começou a ser realizado em setembro de 2010, deve ser concluído ainda esse ano, segundo o prefeito Miguel Haddad (PSDB). “É um tipo de projeto que não permite erros”, afirmou na manhã desta sexta-feira (23) quando esteve na praça Governador Pedro de Toledo no Centro para a abertura da visitação de um protótipo de VLT, em tamanho real, trazido pela empresa Alstom.

Com um desenho que lembra os trens de metrôs, o protótipo chama a atenção de quem passa pela praça. O conforto também é outro ponto positivo. Mais espaçoso que ônibus urbanos e com bancos estofados, o VLT deixou  a cabeleireira Magda Brito, 66 anos, de boca aberta.

“Achei funcional e nem se compara com os ônibus que estamos acostumados a andar no dia a dia”, diz a moradora de Várzea Paulista, que ficou surpresa ao saber que o veículo poderá atender sua região. “Vamos torcer.”

O modelo ficará no Centro até o dia 22 de abril. “É preciso que as pessoas conheçam o projeto e opinem se vale a pena ou não”, afirma Miguel.

Segundo Luiz Fernando Ferrari, diretor comercial da multinacional Alstom, a fabricante do veículo, a implantação de um VLT em Jundiaí é totalmente viável e permite que qualquer usuário o utilize. “Você pode entrar com cadeira de roda, bicicleta e até carrinho de bebê, porque tem o piso baixo”, afirma.

De acordo com o executivo, o modelo está em operação em 37 cidades do mundo. Ainda não funciona no Brasil, mas tem projetos para implantação em vários municípios para a Copa do Mundo de 2014.

Siga o blog por email

Seguidores